Concorrência reduz taxas de máquinas de cartão de crédito e débito


Foi-se o tempo onde Cielo e Rede dominavam o mercado de máquinas de cartão de crédito e débito. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o volume de transações com cartões subiu 17,2% no primeiro semestre do ano, alcançando R$ 980 bilhões. Tudo isso se deve as novas ofertas de máquinas de cartão de crédito, algumas funcionam até mesmo pelo celular, sem a necessidade de possuir uma máquina física.

Uma das novas empresas e que tem feito diferença no mercado é a Bin, da multinacional First Data, é o serviço “caçula” do setor. A nova maquininha ainda tem participação pequena, de apenas 500 lojas. No entanto, a meta da multinacional é ambiciosa: conquistar entre 7% e 10% de participação de mercado nos próximos cinco anos. Para isso, aposta principalmente em novos produtos e melhor atendimento para se diferenciar da concorrência.


Para Adriana Barbosa, fundadora da Payleven, há uma lacuna a ser preenchida no atendimento aos pequenos empreendimentos. Para ela, as grandes adquirentes pecam pela falta de agilidade e de proximidade com o cliente. Entre as promessas da companhia, que admite que “não quer competir com as grandes”, está oferecer a máquina de cartão em até dois dias após o pedido inicial.

Outro nome novo no mercado, a Elavon começou a operar no Brasil em agosto de 2012, mas firmou a presença em maio do ano passado. Parceira do Citibank, a companhia também concentra boa parte dos esforços para atrair os pequenos negócios.

E não paramos por aí, ainda temos a pagseguro, mercadopago, izettle, getnet, stone… e por aí vai. É a tecnologia agindo à favor dos pequenos empreendedores.

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